sexta-feira, agosto 13

Fazia muito tempo que Amy não se envolvia em um relacionamento de verdade. As vezes, ela acabava ficando com alguém que julgava ser interessante , e outros ela nem julgava, e nem eram, mas serviam para diversão. Amy não ligava muito pra sentimentos, ela não era de se apegar.Ela precisava de alguém muito bom, para se apegar. Ela tinha casos que duravam uma noite, uma semana, no máximo um mês e meio, e ela nunca ligava quando eles acabavam sem explicação ou então, ela mesmo acabava antes que seu relacionamento passasse a ser algo maior.
Quando não era ela que acabava, ela tinha apenas, dois minutos de surto, pós-termino de relação.
Ela era madura, equilibrada, nunca pirava.
Atualmente, Amy estava num relacionamento de duas semanas e meia com Jonathan Math , o rockeiro desocupado.
Ele era dono de um lounge , cujo único intuito era expor suas composições para um público rebelde, bêbado , e sem futuro. Mas ele era bom no que fazia.
Já faziam três meses que ele mantia a tradição de mandar um beijo pra ela, do palco, toda vez que acabava de cantar, nas três vezes por semana.
Amy gostava do modo que ele descrevia o cabelo dela.
Mas agora, Amy estava tendo uma discussão com seu namorado J.M. , uma típica discussão :
- Você não me liga. Você não liga, pra nada do que somos. Você está brincando de relacionamento, ou sei lá o que...Eu morro de desejo por você , e até agora, não transamos nenhuma vez e...
- Espera aí, o que ? Então você só está interessado no meu corpo, e é por isso que estamos terminando, não porque eu não dou valor a nossa relação!
- Eu não disse isso!
- Você está agindo como se eu fosse uma garotinha boba que não soubesse nada sobre homens e relacionamentos!
- Seu problema é que você pensa que sabe de tudo, Amy.
- Eu sei de muita coisa, mas não vem ao caso! Quem não quer nada agora, sou eu!
- Ótimo.
- Ó-timo.
E então ela bateu a porta do carro velho de John , e saiu do carro em direção a sua casa, como se estivesse dançando alegremente. Sorridente e livre novamente.
Amy entrou na prédio, distribuindo cumprimentos para todos que encontrava pelo caminho, como se tivesse sido um dia perfeito, subiu para o seu quarto, e pois seu vestido mais provocante.Ela nunca o usava. Ele parecia mais uma lingerie fantasiosa , do que um vestido. Suas coxas ficavam a mostra, alem do decote que realçava seu busto, que não era grande coisa.
Pois agora, Amy estava parecendo com uma garota de programa refinada , andando pelas ruas de Londres, contente e saltitante, em direção ao seu lugar predileto.
Engraçado como as atitudes mais maduras de Amy, soam ser as mais imaturas. Eu não entendo , e nem você deve entender, leitor, mas Amy entende, e é o suficiente. Mas mais engraçado ainda, é Amy estar desse jeito, sentada em uma mesa de biblioteca.




quinta-feira, agosto 12

Amy II

Para poupar seu tempo e paciência , Amy fez com que sua vida de dois anos que não vai ser contada, se resumisesse em poucas coisas que deveriam ser contadas.
Após cantarolar pelas ruas de Londres , sentir-se livre , cumprimentar pessoas desconhecidas, pensar no garoto que nunca mais veria, se preocupar e voltar a sensação de frenesi de liberdade, Amy seguiu seu caminho seriamente, a procura de um lugar pra ficar.
Não me pergunte como Amy burlou as leis britânicas, e conseguiu um lugar na pensão Manfred's pela metade do preço , como conseguiu se manter livre de interrogatórios e alimentada, aquecida e empregada na floricultura do seu novo bairro. Incrível como floriculturas fazem parte da vida de Amy.

E nesse tempo, Amy fez 2.177 refeições , leu 240 livros , deu 220.273 sorrisos , e chorou incríveis 3 vezes. Amy conheceu 739 pessoas, mas só gostou realmente de quatro :
O Senhor Manfred , dono da pensão. Ele tratava sua mulher como uma princesa , e sabia um pouco sobre cada coisa que pudesse existir. Ele sabia de filosofia, de física, de culinária, botânica e outras coisas mais.
Sua companheira da faculdade de moda. Elas se conheciam a pouco tempo, mas sua amiga Jenny sabia bastante do assunto para conversar com ela, por longas horas.
Peter Covolan. Ele morava na pensão também e era completamente apaixonado por Amy, deixava uma florzinha todos os dias, na caixa de recados da porta do quarto de Amy. Para retribuir, Amy arrancava uma petála e colocava na caixinha da porta dele. Ela ficava lisonjeada pelo jeito que ele sorria ao vê-lá, mas detestava não poder corresponde-lo. Ele era doce, sensível as coisas boas e sentimentais da vida, sem perder sua dose necessária de inteligência e maturidade.
E por último, a senhora Lucyle. Ela ficava todos os dias , sentada no banco que ficava em frente a pensão, dando comida para os passáros e rindo para o nada. Amy gostava disso.

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Pois se passaram dois anos, e agora Amy, não era mais uma garota de dezesseis.Era uma mulher de dezoito anos e meio. Era forte e independente.
O único contato que Amy tinha com sua mãe era por cartas, desde então. Frias e sem endereço ou telefone. Amy não sentia falta dela, ou pelo menos , fingia que não sentia.
Já com sua irmã, era diferente, elas já se viram oito vezes. Amy mandava um bilhete pelo correio endereçado a casa da amiga dela, com um local de encontro. Sua irmã nunca contou nada sobre esses encontros.
Mas algo sempre muda a vida de Amy,e algo sempre a tira da rotina, de vida estável.
Mas leitor, se não fosse assim, não seria uma vida.


domingo, agosto 8

Beatlemania, yeah yeah!


Poshaaa vida, tudo que é realmente bom acaba um dia! É a lei da vida não é ? Ou melhor, como dizem, "é a vida!" , não é ?
Mas, felizmente nós temos memória e felizmente, nós, nascidos de décadas posteriores , temos acesso aos arquivos e melodias de uma das melhores bandas de rock, de todos os tempos, os queridos e eternos The Beatles.
Incrível como algo que se consagra , tem prestígio ainda depois de anos e anos, e como pessoas , de todos os cantos do mundo, mesmo aquelas que não se interessam por eles, ou que se interessam por esse estilo musical , ou gosta de música 'antiga' , ou qualquer outro fator, ainda sim continua os conhecendo, e sabendo, pelo menos um pouco do que eles foram. Quem nunca dançou 'Love me Do' em uma festa de debutante ou formatura ? Ou quem nunca ouviu o 'HELP!' dos Beatles ? Ou cantou ou pelo menos reconheceu , seu 'yesterday ♪'
QUEM NUNCA OUVIU FALAR DOS BEATLES ?
"- Eu gosto de Beatles!
- Que ? Beatles ?"
É O DIALOGO MAIS IMPOSSÍVEL DE ACONTECER, EM QUALQUER LUGAR DO UNIVERSO!
Porque Beatles é Beatles, Beatles é eterno.
Mas enfim . . . The Beatles foi uma banda de rock , britânica, formada em 1960 , inicialmente com os integrantes : John Lennon (guitarra e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal) , George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Star (bateria e vocal).
Depois de muitos prémios e uma verdadeira Beatlemania que se espalhava por todos os continentes , a banda The Beatles teve seu fim, seu triste fim.
MAS , nos deixou diversos albuns , cheios de boas músicas, verdadeiras obra-primas.
Aqui eu listei 15, das minhas preferidas. Não que isso influencie algo, mas...enfim...

Hey Jude [citação na barra á direita, neste blog]
2° All I've Got To Do
Lucy in the sky with diamonds
Johnny B. Goode
And Your Bird Can Sing
Yesterday
Across The Universe
If I feel
Penny Lane
10° In My Life
11° Michelle
12° I Should Have No Better
13° Please, please me
14° Santa Claus is coming to town [KK *-*]
15° It's for you

São lindas...enfim...
Um dado inútil, mas que eu acho muito interessante , que eu guardo comigo, não sei por quê , é que os Beatles, tem , em toda a sua trajetória, 12 músicas com nomes femininos:

Anna , Carol , Clarabella , His daughter Caroline , Mrs Robinson , michelle, Lucille , Lucy in the sky with diamonds , Lovely Rita , Penny Lane , Sheila & What’s the new Mary Jane.

Tá... o que que tem ? Não Faço a mínima ideia, rs.

Viva a eternidade da Beatlemania \õ