Estava frio, mas o sol brilhava pelas ruas desconhecidas por onde Amy caminhava. A noite tinha sido longa , desde que ela ficou sozinha em seu quarto para poder arrumar suas coisas, a escapada de casa, e o tempo que ficou andando por ae , pelas ruas de Londres. Ela não pregara o olho a noite inteira, mas não estava cansada. Levou com ela suas economias, desdo tempo que juntava dez libras esterlinas por semana quando tinha sete anos. Ela tinha agora um bom dinheiro.
Amy andava , livre , respirando, viva , Amy. Ela com ela mesma.Ela sendo ela mesma.Sonhando com ela mesma.Respirando o ar Amy.
Pensava em todas as coisas, em todos os detalhes, nas pessoas que passaram pela vida dela que agora ela provavelmente iria demorar muito tempo para rever. Mas ela não estava triste, ela se sentia livre pra fazer qualquer coisa, longe de todos os que a deixavam confusa.Ela não estava mais confusa.
Amy cumprimentava as pessoas que passavam, com um sorriso no rosto, como se derrepente gostasse de pessoas.
Mas nenhuma felicidade , por mais feliz que seja, dura para sempre, e Amy começou a pensar em aonde durmiria , se ia ficar pra sempre comendo em lanchonetes ou conseguiria seus objetivos, de ser uma estilista conceituada sem ser considerada fútil.
Ela sabia muito bem que nunca mais ia ver Brand, Lorena, e o pior : ela nunca mais veria o menino de nome desconhecido, que ela sentia tanta curiosidade de conhecer, tanta vontade de se aproximar e tanto medo do que tudo isso puderá ser.
Amy cheirava as flores que encontrava, olhava pro céu, e sentia diversos perfumes, e via diversos rostos, e sentia diversas sensações , mas nenhuma era tão boa , quanto a sensação, de estar livre.Completamente livre.
sexta-feira, agosto 6
quarta-feira, agosto 4
Não era um ladrão, nem um maníaco, nem um gato, nem tampouco um galho, era bem pior que isso. Era seu amigo Brand, tendo um surto psicotico obssesivo de desejo.
Não deu tempo nem de Amy chegar até a sacada e impedi-lo. Ele entrou no quarto, a segurou pela cintura e deu-lhe um beijo rispidamente, que não demorou muito, só um pequeno impacto, porque ela não queria.
E aquilo foi a gota d'água. Ela nunca se sentiu tão traída, tão furiosa.
Ela o empurrou, e não disse nada, só o fitava com um ar de indignação, ela não o reconhecia.
Só que como mal entendidos , são tão comuns como resfriados e coisas piores, mas não tão piores quanto mal entendidos , a mãe dela tinha que entrar , por aquela porta, bem no momento em que Amy já estava quase totalmente despida, com um menino cheio de desejo, em seu quarto.
Pronto, um super mal entendido, nem preciso dizer mais nada, querido leitor.
Depois de uma discussão horrível , Amy estava triste, impressionantemene triste.
Triste com seu melhor amigo e sua falta de respeito, triste com sua mãe e sua falta de confiança, triste com ela e sua falta de imposição contra tudo, triste com tudo.
Quando os dois finalmente a deixaram sozinha, ele envergonhado e sua mãe decepcionada, ela tomou uma decisão importante.
Na verdade, era uma decisão imatura, a remetia a uma adolescente rebelde. Mas , talvez era madura, afinal precisa de coragem e determinação, pra fugir de casa.
Não deu tempo nem de Amy chegar até a sacada e impedi-lo. Ele entrou no quarto, a segurou pela cintura e deu-lhe um beijo rispidamente, que não demorou muito, só um pequeno impacto, porque ela não queria.
E aquilo foi a gota d'água. Ela nunca se sentiu tão traída, tão furiosa.
Ela o empurrou, e não disse nada, só o fitava com um ar de indignação, ela não o reconhecia.
Só que como mal entendidos , são tão comuns como resfriados e coisas piores, mas não tão piores quanto mal entendidos , a mãe dela tinha que entrar , por aquela porta, bem no momento em que Amy já estava quase totalmente despida, com um menino cheio de desejo, em seu quarto.
Pronto, um super mal entendido, nem preciso dizer mais nada, querido leitor.
Depois de uma discussão horrível , Amy estava triste, impressionantemene triste.
Triste com seu melhor amigo e sua falta de respeito, triste com sua mãe e sua falta de confiança, triste com ela e sua falta de imposição contra tudo, triste com tudo.
Quando os dois finalmente a deixaram sozinha, ele envergonhado e sua mãe decepcionada, ela tomou uma decisão importante.
Na verdade, era uma decisão imatura, a remetia a uma adolescente rebelde. Mas , talvez era madura, afinal precisa de coragem e determinação, pra fugir de casa.
Assinar:
Postagens (Atom)