quarta-feira, julho 14

Amy estava andando pela rua, provavelmente sem rumo, ela só observava o jeito que as coisas estavam.
E era tanta coisa passando pela cabeça de Amy, que ela própria estava confusa.
Ela estava em um dia esquisito, reparava em tudo e tudo fazia algum sentido pra ela.
Por exemplo, Amy achou curioso o jeito que as folhas caiam da árvore, e ficou se perguntando se as leis da física não estariam mais certas do que a sua fé. Se o mundo em que vivemos, simplesmente acabará um dia ou perpetuará. Se o amor existe, ou se o povo que confunde as coisas.
Por que aquele Senhor do 430, matou a esposa, depois de tantas juras de amor e de tanto tempo juntos ? Será que no presídio, aonde ele iria passar tanto tempo, as memórias das coisas boas que ela fez pra ele, o fariam se arrepender ?
Por que o seu melhor amigo , confessará que a ama, se tem do seu lado uma namorada tão atraente, inteligente e outras coisas mais ?
Por que as pessoas magoavam umas as outras ? Ou por que o clima estava tão variante ?
Essas perguntas, ela sabia que nunca iria responder, por isso deixou as de lado.
Ficou mais interessada, em coisas que ela poderia esclarecer rapidamente, sem filosofar e sem perder tempo em vão, afinal de que adiantaria se ela tivesse essas respostas ?
Por isso, ela mudou o foco, e agora se perguntava :
O que a família , daquele garoto que ela via as vezes perambulando as ruas de sua cidade,estava fazendo na frente daquela casa antiga, praticamente abandonada, há tanto tempo ?
E por que diabos , um garoto que deveria estar caçando meninas por aí, estaria agora lendo , compenetradamente o livro preferido dela ?
Por que ela sempre reparava nele ?
Ela queria saber disso, queria muito

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"Conto de Amy" . Wrote by Bruna Alves.

domingo, julho 11

Conto de Amy.

I

Amy era uma garota típica de dezesseis anos, uma bela menina de dezesseis. Ela não era nem um pouco alta, mas também não era a mais baixa da turma.
Ela não tinha olhos claros, mas os seus pretos eram valiosos. Amy não tinha cabelos lisos, mas adorava suas ondas. Não tinha muito dinheiro, mas não se importava muito com isso. No colégio, Amy tinha muitos pretendentes, mas não gostava de nenhum deles. Tirava notas excelentes em todas as matérias, mas não se gabava disso. Sua mãe era perfeitamente bela e jovem, mas ela não roubava seus saltos e sua maquiagem, nem tampouco se inspirava nela.
Amy gostava de ler, de tomar banho de chuva, de dias frios para passar todo o tempo embaixo de seu cobertor velho, ela gostava de coisas velhas. Amy adorava seu gato de pelo caramelo, Donahu. Adorava histórias de amor, morangos com chocolate na companhia de seu melhor amigo, também adorava passar o dedo na cobertura do bolo dos outros e andar de bicicleta jogando pétalas de flores ,já caídas , pelo caminho, ela nunca arrancava uma se quer.
Amy amava conversar consigo mesma. Mas, o que mais Amy amava?
Isso nem mesmo Amy sabia.

-

Há alguns quilômetros de distância, havia um garoto, de dezessete anos.
O garoto tinha olhos combinando com o cabelo bagunçado, um aspecto físico mediano , dentes perfeitamente brancos. Ele não era muito forte, nem extremamente belo ou popular, não saia por ai vadiando, nem tirava notas ruins, pelo contrário. Nunca dava problemas na escola.
O garoto gostava de ler, de andar por aí, de resolver problemas insolúveis, e de colecionar selos. Adorava sua facilidade em fazer amizades, e os frutos disso. Adorava chá da tarde com bolo de cenoura e de espantar os pombos sutilmente, maduramente.
O que o garoto amava? Provavelmente nada e ninguém, nem quaisquer coisas amáveis.

Agora você me pergunta, caro leitor: Haveria alguma relação entre nossa querida Amy e esse garoto até então desconhecido?
Ora leitor, eu sou simplesmente o narrador, e nada sei. E se soubesse, não quero
revelar-te agora. E se quisesse, não poderia.
Se quiseres mesmo saber, continue lendo este tão infeliz escrito. E se não quiserdes, continue mesmo assim, já que começastes.

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"Conto de Amy" . Wrote by Bruna Alves.

quinta-feira, julho 8

Pois agora, andando pela rua já quase vazia , ela com seu vestido rodado de menina comportada e sua jaqueta vermelha e ele com seu jeans sujo , sem tirar os olhos dela, buscando algo que pudesse preencher a alma de ambos, porém juntamente, em um momento apenas.
Ela , tão destemida e avoada. Ele , tão apreensivo e calado. Mas por que ? Ele era o insensível , ela era a mocinha apaixonada, por que os papéis estariam invertidos agora ? Será que ele tinha medo de magoar, sua pequena, mesmo sem querer ? Mas havia motivos pra isso ? Ela parecia tão despreocupada, que ele não sabia se ela era tão inocente ao ponto de não entender o que estava prestes a acontecer, ou se ela nada sentia, nada o suficiente pra não se importar.
- Você não está com medo ? - Ele disse, no momento em que ela abria a porta do apartamento.
- Medo de que ?
Ela tentava ter equilíbrio para se virar pra ele sem o tocar. Os fatos não colaboravam com isso: Escada estreita, florezinhas ao redor , uma proximidade intrigante por parte dele.
- Eu vou subir essa escada com você. Sabes disso , não é ?
- Pode fazer o que quiser comigo. Pode subir essa escada agora , dizer que me ama mais que tudo e eternamente, fazer amor comigo e ir embora pela manhã, que eu nem vou ligar.

Ela queria tanto parecer forte, mas seus olhos a entregavam, a dúvida era só se ele saberia ler.
Ele não sabia o que dizer e nunca tinha sentido aquilo. Na verdade, nem conseguia sair do lugar.

- Vai subir ou não ? - Ela finalmente interrompeu seus pensamentos.

E com um balançar de cabeça, ele concordou e subiu os degraus, contemplando a leveza dos passos dela. E era ele quem estava com medo agora, definitivamente.



Retirado de " Conto de Amy. " Wrote by Bruna Alves.


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Queridos Internautas, decidi expor pontos de algumas histórias minhas.
Espero , que vocês tenham honestidade, e não deixem que os créditos
por essas e outras palavras , não sejam mais meus.

terça-feira, julho 6

Baroque Pop ♪



Olá pessoas. Mas uma vez , aqui estou eu , sem um assunto realmente interessante pra vocês.

O fato de alguém estar lendo isso, me anima um pouco (Alias, meus agradecimentos para os meus ilustres seguidores aqui , e pra mais um pouquinho de gente que está lendo ). Mas eu continuo sem conseguir fazer aqui o que eu queria. Enfim. . .


Continuando a entediante "Enciclopédia do que a Flame Gosta" , que esse blog se tornou. O tema hoje é : Subgêneros do Rock Indie.


Então as vezes, eu falarei um pouco sobre um deles juntamente com um post de rotina, isso quando eu estiver com criatividade/tempo/inspiração.


Vamos começar então . . . Com o Baroque Pop.
O Baroque Pop é um folk rock , estilo anos 60, combinado com o Experimentalismo, ou seja , o artista usa e abusa de diversos recursos pra deixar sua música ainda melhor! Como uma orquestra por exemplo, batidas em coisas inusitadas , efeitos mixadores, sintetizadores e etc e as vezes até mesmo um efeito que torna a música mais humilde , como se ela estivesse sendo tocada ao vivo em um barzinho a noite mas sem perder a qualidade , tornando a música mais harmoniosa, divertida e única.


Pesquisei um pouco, e podemos considerar Baroque Pop artistas como: Arcade Fire [foto] , The Decemberists e a maravilhosa Fiona Apple [foto] (cuja eu ando um pouco muito fã ultimamente).





Enfim... é um ótimo tipo de música pra se ouvir.


Recomendo a pesquisa avançada, caso queiram saber mais. E a prática de ouvir esse tipo de música, é uma boa coisa a se fazer.

Até mais. Eu sei que você se decepcionou ao terminar de ler, Mas o que eu posso fazer ?








domingo, julho 4


" Fiquei com o segundo lugar, só pra corrida acabar. Pra nenhum de nós, é melhor dizer Adeus"


É tudo pra hoje.

Cumprimentos.
o que a foto tem a ver com o post, eu já não sei.