E era tanta coisa passando pela cabeça de Amy, que ela própria estava confusa.
Ela estava em um dia esquisito, reparava em tudo e tudo fazia algum sentido pra ela.
Por exemplo, Amy achou curioso o jeito que as folhas caiam da árvore, e ficou se perguntando se as leis da física não estariam mais certas do que a sua fé. Se o mundo em que vivemos, simplesmente acabará um dia ou perpetuará. Se o amor existe, ou se o povo que confunde as coisas.
Por que aquele Senhor do 430, matou a esposa, depois de tantas juras de amor e de tanto tempo juntos ? Será que no presídio, aonde ele iria passar tanto tempo, as memórias das coisas boas que ela fez pra ele, o fariam se arrepender ?
Por que o seu melhor amigo , confessará que a ama, se tem do seu lado uma namorada tão atraente, inteligente e outras coisas mais ?
Por que as pessoas magoavam umas as outras ? Ou por que o clima estava tão variante ?
Essas perguntas, ela sabia que nunca iria responder, por isso deixou as de lado.
Ficou mais interessada, em coisas que ela poderia esclarecer rapidamente, sem filosofar e sem perder tempo em vão, afinal de que adiantaria se ela tivesse essas respostas ?
Por isso, ela mudou o foco, e agora se perguntava :
O que a família , daquele garoto que ela via as vezes perambulando as ruas de sua cidade,estava fazendo na frente daquela casa antiga, praticamente abandonada, há tanto tempo ?
E por que diabos , um garoto que deveria estar caçando meninas por aí, estaria agora lendo , compenetradamente o livro preferido dela ?
Por que ela sempre reparava nele ?
Ela queria saber disso, queria muito
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"Conto de Amy" . Wrote by Bruna Alves.
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